Evento, promovido na EPAMIG em Prudente de Morais, vai destacar importância e viabilidade nos sistemas de produção

(Prudente de Morais – 23/6/2026) A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), a Emater-MG e a Universidade Federal de São João del-Rei – campus Sete Lagoas (UFSJ/CSL) realizam nesta quarta-feira, 24 de junho, o Dia de Campo “Plantas de cobertura”.
O evento, que acontece no Campo Experimental Santa Rita da EPAMIG, em Prudente de Morais, terá início a partir das 8h30, com inscrições gratuitas e vagas limitadas.
A programação contará com quatro estações de campo: “Impacto das plantas de cobertura sobre a produtividade de milho (grão e silagem) e soja”, apresentada pelo pesquisador da EPAMIG Maurício Antônio Coelho; “Importância das plantas de cobertura nos sistemas de produção”, com o professor da UFSJ/ CSL Amilton Ferreira da Silva;
“Análise de custos e viabilidade de plantas de cobertura” conduzida pelo Coordenador Técnico Regional da Emater-MG em Sete Lagoas, Clóvis Públio Alves Júnior; e “Milheto: cultura resiliente para a produção na safrinha”, com a pesquisadora da EPAMIG, Fernanda Cássia Souza.

*O acesso ao Campo Experimental Santa Rita é feito pela portaria principal da Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas.
Informações: (31) 2120-0171 – cesr@epamig.br.
Projeto
O dia de campo integra o projeto “Manejo do Solo com Plantas de Cobertura em Sistemas de Produção no Outono/Inverno em Minas Gerais visando o enfrentamento das Mudanças Climáticas”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).
“Esse projeto visa avaliar e validar a adaptação de espécies com potencial de incrementar a produção de biomassa no outono/inverno em todas as regiões de Minas Gerais”, argumenta o pesquisador da EPAMIG Maurício Coelho.
“O Estado apresenta grande diversidade climática entre suas regiões no período de outono e inverno, que é, invariavelmente, seco e associado à baixa umidade relativa do ar. Esses fatores climáticos são determinantes e limitantes para redução do crescimento da vegetação nativa, ausência de cultivo de culturas anuais sem irrigação e degradação das pastagens”.
O trabalho contempla o estabelecimento de polos de pesquisa em Patos de Minas, Prudente de Moraes, Lambari, Leopoldina, Montes Claros e Monte Carmelo para avaliar as melhores opções de plantas de cobertura para cada região.
“Com a integração das plantas de cobertura ao sistema de produção serão avaliados aspectos fitotécnicos, potencial de produção de forragem, benefícios ao solo (físicos, químicos e biológicos), sequestro de carbono, entre outros parâmetros”, informa Maurício Coelho.








