Diretriz
Promover a eficiência e a competitividade dos sistemas produtivos de grãos, fibras e culturas energéticas, e fomentar a expansão sustentável da fronteira agrícola em Minas Gerais, a segurança alimentar, a produção de alimentos com alto valor nutricional, o desenvolvimento de novos produtos e usos alternativos para a alimentação humana e animal e para a geração de energia renovável.

a) Agricultura de Precisão: desenvolver, aplicar e validar tecnologias digitais, automação, mecanização e demais ferramentas de agricultura de precisão em sistemas de produção de grãos, sementes e fibras;
b) Fertilidade do Solo, Nutrição e Irrigação: desenvolver estratégias de nutrição, adubação mineral e orgânica e uso de bioinsumos em grãos, fibras e culturas energéticas, associadas ao manejo da fertilidade do solo; conduzir estudos ecofisiológicos e de metabolismo vegetal, com foco na tolerância a estresses hídricos e nutricionais, biofortificação, e promover práticas eficientes de manejo hídrico;
c) Manejo de Pragas, Doenças e Plantas Espontâneas: desenvolver e validar práticas de manejo de pragas, doenças e plantas espontâneas em grãos, fibras e culturas energéticas, integrando diferentes estratégias de controle;
d) Melhoramento Genético e Tecnologia de Produção Qualificada de Sementes: desenvolver, selecionar e recomendar genótipos de grãos, fibras e culturas energéticas, com ênfase na produtividade, segurança alimentar, resistência a fatores bióticos e abióticos e qualidade, visando diferentes usos (alimentação humana, ração, silagem, indústria, grãos tipo exportação e biofortificados e produção de energia); realizar a conservação e utilização de bancos de germoplasma, integrando ferramentas de melhoramento genético e biotecnologia;
e) Sistemas de Produção e Manejo Fitotécnico: estudar, desenvolver e validar sistemas de produção de grãos, fibras e culturas energéticas adaptados a diferentes condições edafoclimáticas, incluindo safrinha, rotação, sucessão e consórcios de culturas; estabelecer práticas fitotécnicas de condução e arranjos espaciais e usos alternativos, como produção de silagem;
f) Tecnologia de Produção, Colheita e Pós-Colheita, Uso Alternativo e Agregação de Valor: desenvolver, aprimorar e validar tecnologias de produção, biofortificação, colheita, pós-colheita e análise de sementes, grãos, fibras e culturas energéticas; avaliar aspectos nutracêuticos e tecnológicos dos grãos e seus derivados; desenvolver novos produtos e explorar usos alternativos (alimentação humana, animal, bioenergia e fibras industriais);
g) Zoneamento, Mudanças Climáticas e Expansão Sustentável: realizar zoneamentos agroclimáticos para grãos, fibras e culturas energéticas, avaliando riscos e oportunidades em diferentes regiões.