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CANA-DE-AÇÚCAR E CACHAÇA DE ALAMBIQUE

CANA-DE-AÇÚCAR E CACHAÇA DE ALAMBIQUE

Diretriz

Fomentar o desenvolvimento e a inovação na cadeia da cana-de-açúcar e da cachaça de alambique mineira, o aproveitamento de resíduos e subprodutos, a criação de novos produtos e a definição de padrões de qualidade, autenticidade e segurança para ampliar o valor agregado, a competitividade e a sustentabilidade da cadeia.

Principais linhas de pesquisa

a) Melhoramento Genético e Seleção de Cultivares: selecionar cultivares de cana-de-açúcar com elevada produtividade e teor de sacarose, pureza do caldo, resistência a pragas, doenças e estresses abióticos, adaptadas a diferentes biomas de Minas
Gerais e aptas à produção de cachaça e derivados, incluindo o uso de ferramentas de biotecnologia, análises genéticas, bioquímicas e tecnológicas;

b) Sistemas Produtivos Sustentáveis e Tecnologias de Precisão: desenvolver e aprimorar práticas de manejo fitotécnico e ecofisiológico, incluindo densidade de plantio, adubação, irrigação, manejo da palhada e controle de pragas e doenças, sistemas
integrados com foco em eficiência hídrica e conservação do solo, agricultura de precisão e automação, bem como promover o reaproveitamento de subprodutos da produção de cachaça, como vinhaça e bagaço;

Diretrizes Estratégicas da Pesquisa da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – EPAMIG

c) Bioprospecção de Microrganismos e Sistemas Fermentativos: explorar e caracterizar a diversidade microbiana associada à fermentação, selecionar cepas de interesse tecnológico e otimizar sistemas fermentativos;

d) Envelhecimento e Maturação da Cachaça: avaliar os efeitos de diferentes madeiras, volumes e formas de barris, graus de tosta e tempos de envelhecimento sobre as transformações físico-químicas e sensoriais da cachaça e estudar a formulação de
produtos com características sensoriais superiores e maior valor agregado;

e) Rastreabilidade, Certificação de Origem, Terroir e Identidade Territorial: desenvolver estudos voltados à caracterização físico-química e sensorial de cachaças em diferentes microrregiões, visando identificar marcadores de tipicidade e a valorização territorial, incluindo levantamentos de práticas produtivas tradicionais que conferem identidade à bebida;

f) Inovação e Agregação de Valor: desenvolver e aprimorar produtos como licores, bebidas mistas, destilados especiais, melaço, rapadura, xaropes e outros derivados, incorporando inovações tecnológicas nos processos para ampliar a diversificação.

Coordenação

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Cristiane Viana Guimarães Ladeira
Doutorado em Ciência Animal. Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.

Equipe

Beatriz Costalonga Vargas
Beatriz Costalonga Vargas
Doutorado em Engenharia Agrícola
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Charles Cardoso Santana
Doutorado em Engenharia Agrícola
Pesquisador EPAMIG
Ramon Ivo Soares Avelar
Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) (Conceito CAPES 5). Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Robson de Assis Souza
Robson de Assis Souza
Doutorado em Microbiologia Agrícola (Conceito CAPES 6). Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.

Colaborador(es)

Pesquisadora Ana Flávia de Freitas
Ana Flávia de Freitas
Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) (Conceito CAPES 5). Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Daniel Nunes da Silva Júnior
Daniel Nunes da Silva Júnior
Doutorado em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas)
Pesquisador EPAMIG
Fábio Oseias dos Reis Silva
Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) (Conceito CAPES 5). Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
Pesquisador EPAMIG
Thiago de Almeida Paula
Doutorado em andamento em Fitotecnia (Produção Vegetal). Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.
Pesquisador EPAMIG
Thiago Furtado de Oliveira
Doutorado em andamento em Engenharia Agrícola (Conceito CAPES 6). Universidade Federal de Viçosa, UFV, Brasil.